George Dandin - ACTA







Aparentemente trata-se apenas de uma hilariante comédia de costumes, cujo enredo assenta nos estratagemas de uma jovem mulher para ludibriar o seu marido. Dá-se, porém, o caso, de o enredo ter como pano de fundo o prenúncio da Revolução Francesa: portanto, não é uma mera comédia de costumes. E este aspecto, a nosso ver, absolutamente fundamental, foi que levou Marx a estudar o texto de Molière, e a referi-lo como um documento exemplar no que respeita à análise da aliança de classes; e que nos leva a nós a pô-lo em cena numa perspectiva de contemporaneidade no que se refere os seus conflitos internos.

Ficha Artística e Técnica
Texto: Molière
Concepção Cenográfica e Encenação: Luís Vicente
Intérpretes: Afonso Dias, Bruno Martins, Elisabete Martins, Glória Fernandes, Luís de A. Miranda, Mário Spencer, Pedro Mendes, Tânia Silva
Figurinos: Alice Alves
Execução Cenográfica: Tó Quintas
Assistência de Encenação: Elisabete Martins
Direcção de Cena: Pedro Mendes
Desenho e Operação de Luz: Octávio Oliveira
Operação de Som: Pedro Leote Mendes
Produção Executiva: Elisabete Martins
Divulgação: Cristina Braga
Secretariado: António Marques
Direcção de Produção: Luís Vicente

Programação:

Sábado, dia 28 de Novembro - 21:00
LOULÉ - Casa do Povo de Querença

Terça, dia 01 de Dezembro - 21:30
LAGOS - Centro Cultural

Terça, dia 08 de Dezembro - 21:30
VILA REAL DE STO. ANTÓNIO - Centro Cultural Ant.º Aleixo

Sexta, dia 11 de Dezembro - 21:30
OLHÃO - Auditório Municipal

Sábado, dia 12 de Dezembro - 21:30
LAGOA - Auditório Municipal

Sexta, dia 08 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes

Sábado, dia 09 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes

Domingo, dia 10 de Janeiro - 16:00
FARO - Teatro Lethes

Sexta, dia 15 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes

Sábado, dia 16 de Janeiro - 21:30
FARO - Teatro Lethes

Domingo, dia 17 de Janeiro - 16:00
FARO - Teatro Lethes

Canto Nono - ACTA - A barca terramarear volta em cena!



O Canto IX de Os Lusíadas surge na narrativa épica de Camões essencialmente como corolário de festa pagã, prémio que a venerável Vénus entende ser devido aos portugueses pelo reconhecimento da sua bravura e de que por esta têm direito ao merecimento de compensação terrena. O espectáculo Canto Nono é, pois, não uma elaboração que pretende reproduzir passo a passo os momentos do Canto, mas antes uma elaboração alusiva a esse momento da épica camoniana, onde as personagens se cruzam com um sentido de festa e devir poético que tarda: Ai Portugal, Portugal!/Do que é que estás à espera?!

Ficha Artística e Técnica
# Concepção: Tó Quintas
# Direcção: Luís Vicente
# Música: DJ Forra
# Intérpretes: Ana Gabriel (Andas); António S. Martinho; Bruno Martins; Elisabete Martins; João Jonas (Andas); Leonor (Fogo); Mário Spencer; Pedro Mendes; Tânia Silva; Tó Quintas; Grupo Amador de Dança Oriental de Fusão do Núcleo do Algarve do Instituto Paulo Freire de Portugal - Akhawat Al Raks
# Técnicos: Octávio Oliveira e Pedro Mendes
# Produção Executiva: Elisabete Martins
# Relações Públicas/Divulgação: Cristina Braga
# Secretariado: António Marques
# Direcção de Produção: Luís Vicente
# Agradecimentos: Escola Secundária Pinheiro e Rosa








E no fim do espéctaculo, uma multidão segue a barca...

video


Filme completo:

Participação no Komboyo dos Lokos - Faro 09





Informações adicionais
www.digitalmaistv.com
Arquivos: Loucura à solta - 28/02/2009

Jornal Barlavento
«Komboyo dos Lokos» volta a enterrar o Carnaval em Faro, três anos depois
http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=21705

Máquinas Lokas compõem Komboyo
http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=31109

Komboyo dos Lokos voltou a encher noite de Faro de luz e som
http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=21826

Reportagem na praia da Faro - Natal 08



Todos os anos uma tradição divertida e original acontece na praia de Faro durante a Noite de Natal...

Desenhos de criança e pensamentos



O futuro é inevitável e o passado inalterável

Peça "Antígona" - ACTA






O texto de Sófocles começa com a chegada da Antígona a Tebas. Na sua cidade os seus dois irmãos, Etéocles e Poliníces disputam o poder pela força, em vez de o partilharem, alternando-o, como tinha sido estabelecido. No campo de batalha morrem às mãos um do outro, deixando o poder ao familiar mais próximo, o seu tio Creonte. Chegado ao poder, Creonte cria uma lei: todos os que morreram defendendo a cidade terão um funeral digno. Os que lutaram contra a sua Pátria serão deixados ao abandono, sem sepultura. Quem desobedecer a esta lei será condenado à morte.
Antígona não consegue pensar na ideia de deixar um irmão sem sepultura. Pede ajuda à irmã para o enterrar mas esta recusa com medo das consequências. Antígona parte só para o campo de batalha e cobre o irmão com terra, prestando-lhe a homenagem devida a um morto.
É descoberta, levada a Creonte, que a condena a ser abandonada até morrer num túmulo de pedras. Sem se arrepender nem nunca clamar por piedade, Antígona enfrenta o seu destino e enforca-se na tumba.
Sófocles talvez pretenda mostrar com esta peça que o melhor caminho para fazer justiça é intercalar as leis humanas com as universais, buscando um ponto que tente harmonizar os desejos das partes envolvidas.

Peça "Morrer como um marquês" - ACTA





As comédias têm por vezes, na sua origem e conteúdo, amarguras irresolúveis e também aqui não temos modo de resolvê-las: conta-se uma história cuja acção anda pelos últimos dias da vida do Marquês de Pombal, e conta-se numa versão muito livre, associando à figura do primeiro-ministro mais famoso de Portugal a de D. Maria I, já rainha, muito beata e dominada pelos nobres, que era figadal inimiga do grande ministro. A amargura está inerente aos factos e ao seu desfecho. É a História que assim o conta, não podemos contornar. Queremos agora contar isso mesmo, a história, mas cruzando-a com os nossos dias, não deixando até de manter debaixo de olho a evidência: mais de duzentos e cinquenta anos depois ainda há quem venere o Marquês – pedindo em orações e outras evocações que volte cá outra vez - que isto na actualidade precisava de alguém que soubesse o que fazer, ele era um desses, e etc...

A máquina terramarear (transformada) no evento Lisboa Dakar




On the roag again... a Barca está em todos os palcos!

Moto Clube de Faro






Umas estátuas gigantes à dimensão de um Clube e de um evento!

Oficina de cenografia - Núcleo do Algarve Paulo Freire


Esta Oficina consistiu em proporcionar algum tipo de formação em teatro do oprimido a pessoas que já tenham tido ou não um primeiro contacto com esta forma de teatro. O Teatro do Oprimido é uma forma de abordar qualquer problemática envolvendo o público na resolução da situação apresentada na peça. Para este primeiro dia contamos com Laura DeWitte, do Grupo de Teatro do Oprimido de Coimbra.

Desta oficina resultou uma peça - "Isto é psicológico" sobre a temática da SIDA - para a qual se elaboraram os cenários na Oficina de Cenografia, com o Cenógrafo Tó Quintas, d’A Companhia de Teatro do Algarve (ACTA). Os Cenários foram feitos aproveitando materiais recicláveis como papelão.

E para terminar em grande, a peça foi apresentada no McTostas onde contamos com a participação do público para explorar e tentar resolver a situação de opressão representada.

Fotos em:
http://www.ese.ualg.pt/NucleodoAlgarvedoIPFP/index_ficheiros/Page1286.htm

Espectáculo de dança da Companhia Palácio das Artes (Minas Gerais, Brasil)



A peça “Sonho de uma noite de Verão” de Shakespeare é transposta para a dança contemporânea e levada a palco, no mês de Maio, pela Companhia de Dança Palácio das Artes de Belo Horizonte (Brasil) a Vilamoura (7), Lagos (9) e Lagoa (11).

Inspirado na obra do dramaturgo inglês, o espectáculo interpretado por 29 bailarinos foi já apresentado em diversos pontos do Brasil – São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e Brasília. Chega agora ao Algarve no âmbito do Festival Internacional de Música do Algarve (FIMA).

Segundo explica o responsável pela direcção, concepção, cenário e figurinos, Gabriel Villela, o bailado, estreado em 2002, pretende aproximar os espectadores “do olhar, do gesto e do deslocamento emocional do personagem shakespeariano”.

O espectáculo, livre de clichés, conta a história de Hérmia, Lisandro, Demétrio e de um sem-número de outras personagens que ao amanhecer encontram a felicidade e uma realidade que favorece o amor.

Com passos criados por Sonia Pedroso, Lair Assis, Rodrigo Giése, Eder Braz, Cristina Rangel e Beatriz Kuguimiya, o espectáculo tem direcção coreográfica de Christina Machado e colagem sonora de Daniel Maia.

O bailado sobe ao palco do Casino de Vilamoura, no dia 7, pelas 22:00 horas, e no Centro Cultural de Lagos e no Auditório Municipal de Lagoa às 21:30 horas dos dias 9 e 11, respectivamente.

Os bilhetes já estão à venda por 40 euros no Casino de Vilamoura, com jantar incluído, e por 15 euros no Centro Cultural de Lagos e no Auditório Municipal de Lagoa. Estão previstos descontos especiais para reformados e para possuidores de cartão-jovem, do passaporte sénior de Portimão e do passaporte cultural de Lagoa.

Refira-se, a 30.ª edição do FIMA, organizada pela Região de Turismo do Algarve (RTA) em co-produção com o Teatro Municipal de Faro, prolonga-se até ao dia 1 de Junho e conta com o maestro Osvaldo Ferreira na direcção artística.

CE / RS
15:07 segunda-feira, 28 abril 2008
www.regiao-sul.pt/noticia

Óculos luminosos




...quando óculos são mais que óculos...

Red Bull (Flugtag)





"Voar é preciso, viver não é preciso...!"

Lançamento de balões no Natal



Na noite de Natal de cada ano, na praia de Faro, juntam-se centenas de pessoas para assistir ao lançamento de um balão gigante feito de papel de seda.

A tradição foi lançado há muitos anos atrás e mesmo se estiver chuva e frio, muita gente não quer perder este espectáculo.

Peça "História do Soldado" - ACTA





O tema, já explorado por outros autores, entre os quais Goethe com o seu Dr. Fausto, é aqui apresentado por Ramuz de uma fórmula muito simples e directa. O enredo está entregue a duas personagens: o Soldado, homem simples, que entre os seus parcos haveres possui um violino, e o Diabo que surge no seu caminho, sob diversos disfarces, com o objectivo de lhe comprar a alma. O Narrador completa o quadro da acção, sendo, sobretudo, um elo de ligação entre as diferentes cenas. A partitura foi escrita por Stravinsnky durante a Primeira Grande Guerra para um efectivo orquestral de sete instrumentos – violino, contrabaixo, clarinete, fagote, trompete, trombone e percussão – e ocupa um lugar de relevo no panorama da interacção entre a música e a representação teatral.

A máquina de Terramarear - Peça "Auto das Andanças" - ACTA






“Tó Quintas foi, como poderíamos assim sintetizar, a revelação do ano[...] Cenógrafo, ele concebeu para a peça “O Auto das Andanças”, [...] uma autêntica máquina de viajar que percorreu o Largo bem ao jeito da passarola de Bartolomeu de Gusmão. Um trabalho de invenção e criatividade notáveis, partindo da observação do organismo de uma mosca. Tó Quintas em 2000 esteve presente também no Festival Atlântico, nos Açores, onde concebeu a cenografia de “D. Giovani”. É dele também a cenografia da “Linda Inês”. Como se isso não bastasse, deve-se a Tó Quintas o espectáculo piro-musical que decorreu na noite de fim de ano em Faro e que revelou uma sua nova faceta, a de Yves Pépin nacional capaz de ir longe na matéria, onde vem realizando trabalho de relevo com a fábrica de Vilarinhos, em S. Brás.”
V.G., Jornal do Algarve, 11/01/01

Mais informações sobre a peça:

http://www.actateatro.org.pt/producoes_detalhe.htm?i=19

Oficinas para crianças: papagaios, aviões e paraquedas










Oficinas lúdico-pedagógicas para crianças (e alguns pais) para aprender a construir (e manipular) papagaios, aviões e paraquedas... tudo feito com material reciclado e reciclável.
É preciso motivação, um pouco de paciência e algum vento!